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Mostrando postagens com o rótulo auto suficiente

Renomear a arquitetura: quando a teoria precisa olhar para a vida

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Há livros de arquitetura que nos ajudam a entender melhor projetos e/ou a trajetória de um profissioal. Há outros que ajudam a entender melhor a própria arquitetura.  Renomear a arquitetura em sua evolução técnica, formal e ética (Editora Olhares) , do  renomado arquiteto catalão Josep Maria Montaner, pertence à segunda categoria. Fazia um tempo que um livro de teoria não me pegava tanto para a leitura e reflexão. Um dos motivos é que, depois de tantos anos trabalhando com arquitetura, uma questão continua me acompanhando desde sempre: para quem estamos projetando? A pergunta parece simples. Talvez até óbvia. Mas basta lançar um olhar mais crítico para nossas cidades, nossas casas e nossos edifícios para perceber que esta pergunta ainda está longe de ser respondida de maneira satisfatória. Quem circula por esses espaços? Quem consegue permanecer neles? Quem é considerado quando uma calçada é desenhada, quando uma moradia é planejada, quando se define a altura de uma banca...

Bairro auto suficiente em Amsterdã

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Cada vez mais as cidades se voltam para soluções de sustentabilidade ou pelo menos de propostas em que as comunidades possam gerar sua energia, gerenciar seus resíduos e tornar suas vidas mais auto suficientes. Um novo bairro nas proximidades de Amsterdã parece ter encontrado uma vertente que o possibilita a ser mais um sistema mais regenerativo. União da empresa ReGen Villages  com a empresa de arquitetura holandesa Effekt  resultou em uma aldeia que vai usar vários métodos ( aquaponia, permacultura, florestas de alimentos e agricultura biológica de alto rendimento) para produzir seu próprio alimento.  O man ejamento de resíduos também funcionam por um sistema fechado onde vão servir para compostagem, alimentação de peixes e aquacultura.   O novo bairro utilizará energia que será gerada no local, uma combinação de  solar, térmica solar, eólica, biomassa e geotérmica. A água da chuva será reaproveitada na agricultura e jardins e o lixo doméstico será...

Bairro popular com revitalização autossustentável

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Transformar uma área de habitação social do pós guerra em um bairro autossuficiente e sustentável. Eis o desafio deste projeto do escritório holandês EXCEPT para a cidade de Roterdã.  O projeto Schiebroek-Zuid , encomendado pela Vestia , envolveu parceria com a comunidade e redes de pesquisa.   Transformação da habitação social Transformar o modelo antigo e já desgastado de repetições monótonas de tipologia em um novo modelo de habitação mais dinâmica, bonita, sustentável, usando tecnologias mais afinadas com o foco no ambientalismo. Uma comunidade que seja voltada para a autossuficiência, gerando sua própria água, eletricidade, aquecimento, tratamento de resíduos e até 70% de sua alimentação via agricultura sustentável!   Metabolismo de ciclo fechado O planejamento foi feito de tal maneira que o bairro funcione como um sistema de metabolismo fechado. Ou seja, gerando o que consome em termos de infra estrutura de água e energia. Além disso, pr...

Redes de edificações auto suficientes

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O arquiteto Vicente Guallart  junto com estudantes do Instituto de Arquitetura Avançada da Catalunha desenvolveu um protótipo de casa auto suficiente acreditando que o futuro das cidades se dará justo nesse caminho. E ele acredita em uma rede de cidades que usem essas tecnologias e compartilhem saberes para um mundo mais harmônico. Fontes e fotos :  http://gureisrp.tumblr.com/page/2   http://vi.sualize.us/view/00b6dece19bb8cabd824c47a62651a7f/   http://www.domusweb.it/en/architecture/mapping-the-digital-city/ Leia AQUI uma entrevista de Vicente Guallart