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Quando o clima muda, quem cuida de quem envelhece?

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Gosto de caminhar pelas ruas de minha cidade. Moro há 50 anos nesta Porto que já foi mais alegre. Envelheci caminhando pelas lombas e ruas que eram corredores verdes, luta de quem subia em árvores e das pessoas que se reuniam aos vizinhos para lutar pelo seu entorno. A cidade também envelheceu. As concepções urbanas de conquistas ambientais meio que se perdem na memória dos transeuntes apressados. Dizer um bom dia já causa mais espanto que sorrisos. Todos correm na cidade que acumula poças de água em dias de chuva cada vez mais frequentes. E podas cada vez mais catastróficas. Temo imaginar como será no verão.  Pelo que leio dos verões em outros hemisférios, há cada vez mais ondas extremas. Fico imaginando onde encontrar sombras, cada vez mais escassas. Assim como bancos públicos, sem falar das calçadas com seus  desníveis conhecidos, aqueles que a gente aprende a evitar depois de alguns tropeços. Imagine os novos. Aqueles consertos de empresas, meio mal feitos, que logo são de...

Olhar de turista

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Passei a semana em Florianópolis para um seminário do Social Good Brasil. Três dias me abastecendo de MUITAS informações interessantes e conhecendo gente muito mais bacana ainda. Mas vou falar sobre isso depois. Hoje eu vou me debruçar sobre o olhar de turista. É olhar de boa vontade. É olhar de descoberta. É olhar do não cotidiano. É olhar que a gente deveria ter alguma hora do dia em nossa própria cidade. Eu vi uma cidade em que as pessoas se cumprimentam na rua. Me cumprimentam! Ou seja, não apenas os conhecidos, mas as pessoas que cruzam pela gente. Isso me fez tão bem ! Eu vi um ninho de pardais lá num buraquinho do prédio. Pardaizinhos ficam espreitando a vida, aprendendo a voar, resguardados pelos seus pais atentos. Vi construções lindas que sobrevivem no meio do adensamento urbano. Tá bom, é a casa do Arcebispo, que pode se dar ao luxo de ter essa riqueza no meio dos edifícios.       ...

Casa Nova restaura escola em Florianópolis

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Escola Silveira de Souza A mostra Casa Nova, um evento do mundo da decoração e arquitetura de Santa Catarina, esse ano contemplou o prédio da  Escola Básica Silveira de Souza. Um dos primeiros grupo escolares inaugurados em Santa Catarina.  Segundo o que pesquisei na web, o " prédio é composto por duas alas simétricas, onde havia uma seção masculina e outra feminina. Segundo o Regulamento Interno dos Grupos Escolares, de 1914, cada edifício deveria ter, no mínimo, oito salões para cada uma das quatro classes das duas seções. Deveria ter ainda um gabinete para o diretor e outro para o museu escolar, um cômodo para a portaria, biblioteca, cozinha, banheiros e pátios arborizados – o local ainda abriga duas jaqueiras centenárias." Pela foto acima pode-se ver que estava em precárias condições de preservação e a Mostra vai proporcionar que seus espaços sejam reformados. Vejam que bonita ficou a fachada com projeto de Marchetti + Bonetti e Allume  Arquitetura de Iluminação...