Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

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Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Centro de pesquisa científica feito de madeira sustentável


O Instituto de Arquitetura Avançada da Catalunha (IAAC) criou um centro de pesquisa científica inovador e sustentável na floresta de Valldaura, em Barcelona. Chamado de FLORA, o projeto é uma instalação de madeira que permite aos pesquisadores observar e estudar a natureza e o dossel florestal da região.

O FLORA foi inspirado nas passarelas suspensas da bióloga americana Margaret D. Lowman, que dedicou sua carreira à exploração e conservação das florestas tropicais. O IAAC quis replicar essa experiência em um contexto local, usando madeira proveniente do próprio parque natural de Collserola, onde se situa Valldaura.



Para construir o FLORA, os alunos do IAAC cortaram e processaram 70 pinheiros invasores que ameaçavam a biodiversidade do parque. Eles usaram técnicas avançadas de fabricação digital para transformar as árvores em painéis de madeira laminada cruzada, vigas laminadas e elementos de madeira maciça. Esses componentes foram montados em uma estrutura de 8,5 metros de altura que se integra à paisagem florestal.

O FLORA tem como objetivo ser um laboratório vivo para a pesquisa científica e a educação ambiental. Ele pode hospedar um pesquisador por um período curto que irá coletar dados sobre a flora e a fauna do parque, bem como sobre o clima e a qualidade do ar. O FLORA também pode ser adaptado a outras florestas do mundo, oferecendo uma nova forma de interação e aprendizagem com a natureza.

・: Valldaura Labs

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