Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

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Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Olhando o mundo de cima

 

Novas perspectivas. 
Olhamos o mundo de nossas janelas em um ano em que nossas realidades se modificaram de forma abissal. Aprendemos (ou não) sobre nós, vivenciamos nossas casas de forma completamente diferente. E a nossa casa Terra? Como será termos sobre ela um olhar de viajante, não ao rés do chão, mas o das nuvens? É o que nos mostra o projeto Overview.



"Overview usa imagens aéreas e de satélite para demonstrar como a atividade humana e as forças naturais moldam nossa Terra. Essa perspectiva fornece uma visão poderosa do planeta onde vivemos e da civilização que estamos criando."

Vemos antigos templos asiáticos e modernas penitenciarias. Angkor Wat foi construído no século XII, no Camboja. A prisão no Arizona é cercada por campos de legumes.


Cemitérios que abrigam cerca de um milhão de mortos e um bairro habitacional em Abu Dhabi. Uma visão da perenidade e grandiosidade de nossas passagens no planeta. 



Cidades construídas no nada, apontando glórias ou desastres futuros de uma nação que nunca chega lá. E obras de arte no deserto, mostrando que a realização humana, mesmo que transitória, como as feitas em areias que o tempo acabará consumindo, vai perdurar enquanto existir sensibilidade e ousadia.

Boa Viagem!

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