Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

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Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Então você quer ser uma arquiteta....

Esse vídeo pode parecer uma provocação. E é.

Apesar do expressivo número de mulheres arquitetas e muitas de sucesso, nem tudo p que é dito nesse vídeo é assim tão longe da realidade. Já falei sobre mulheres na arquitetura e seu papel de coadjuvantes. Já falei sobre a questão do pré-conceito na construção civil e de como as mulheres sempre foram apresentadas em livros didáticos do setor. Mas também falo de como isso pode mudar em lugar de mulher é onde ela quiser.

E você? Acha que é exagero do vídeo? Que estamos no limiar de um tempo em que as mulheres assumirão seu papel de liderança e exercerão papéis de ponta na profissão, sendo agraciadas com postos de comando e prêmios expressivo? Quero ouvir sua opinião e experiência.
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Comentários

  1. Esse vídeo não é tão radical assim.
    Não acredito que ainda exista um tratamento diferenciado com o sexo feminino no ambiente profissional, mas sim com um funcionário bem qualificado, seja homem ou mulher. O espaço está pronto pra ser conquistado por quem se dedica de verdade. Grandes líderes lidam com essa preparação de forma positiva pra empresa sugando e estimulando ainda mais, enquanto os pequenos enxergam a ameaça e reagem de forma negativa, afundando toda a empresa. Profissionalmente não existe o sexo feminino e masculino, mas pessoas capacitadas ou não. A partir do momento em que essa diferença passa a existir, tudo desanda! A linguagem deve ser universal, assim como o respeito. O “bom dia” que você dá ao seu superior DEVE ser o mesmo que você dá ao porteiro, manobrista, recepcionista... a TODOS da empresa!
    Devo admitir que a mulher encontra uma maior dificuldade em se qualificar pra o mercado de trabalho, mas tudo está ligado a prioridades e força de vontade. A vida não é fácil pra ninguém, tudo é questão de escolha e abdicações. O sucesso está na consciência tranquila de que você deu o seu melhor, que gastou tudo o que tinha até o último instante. Ser Zaha Hadid não me alimenta, mas ser Marion Mahony Griffin me encanta! :D

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