Renomear a arquitetura: quando a teoria precisa olhar para a vida

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Há livros de arquitetura que nos ajudam a entender melhor projetos e/ou a trajetória de um profissioal. Há outros que ajudam a entender melhor a própria arquitetura.  Renomear a arquitetura em sua evolução técnica, formal e ética (Editora Olhares) , do  renomado arquiteto catalão Josep Maria Montaner, pertence à segunda categoria. Fazia um tempo que um livro de teoria não me pegava tanto para a leitura e reflexão. Um dos motivos é que, depois de tantos anos trabalhando com arquitetura, uma questão continua me acompanhando desde sempre: para quem estamos projetando? A pergunta parece simples. Talvez até óbvia. Mas basta lançar um olhar mais crítico para nossas cidades, nossas casas e nossos edifícios para perceber que esta pergunta ainda está longe de ser respondida de maneira satisfatória. Quem circula por esses espaços? Quem consegue permanecer neles? Quem é considerado quando uma calçada é desenhada, quando uma moradia é planejada, quando se define a altura de uma banca...

Verde que te quero verde

O verde está relacionado à esperança. É uma cor encontrada em salas de espera, em hospitais, em locais que induzam à calma e à criatividade. Talvez por lembrar a natureza, ela nos traga uma sensação de frescor e calma. 

Verde que te quero verde já dizia Lorca. Salve o Verde já cantava a canção.
Há muitas maneiras de colocar um tom de verde, ou vários tons de verdes, em nossa vida. Seja em objetos, em mobiliários, seja em paredes e revestimentos. Há uma mistura verdes que eu gosto muito e já usei em alguns projetos. É o Caule de Rosa e o Vida na Fazenda da Coral. Esses eu recomendo sem dúvida porque sei que se adaptam à vários ambientes e sempre com um resultado belo e harmonioso.

Fotos: Pinterest e arquivo pessoal da arquiteta

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