Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

Imagem
Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Estacão de trabalho - Four Design

Adoro estações de trabalho bem boladas.

Sou do tempo em que se vendia a ideia de que a tecnologia ia nos proporcionar mais tempo livre e que essas horas iriam ser gastas em lazer. Mas na verdade para termos acesso a tanta tecnologia disponível, nossa carga de trabalho aumentou. Hoje, com um celular e um laptop, o escritório ( e as preocupacões) nos acompanham a noite, nos fins de semana e nas férias. Por isso a importância de termos espacos e móveis bem projetados e confortáveis para usa-los com conforto.



Essa estação de trabalho, projeto de Patricia Terrazas e Michael Swande, para a Quatro Design, tem  espaço do gabinete para periféricos, local para a o copo dágua ou do café e até um recanto para chaves e celular.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Cortina verde na fachada

10 motivos para NÃO fazer arquitetura

Calungas, a representação da escala nos desenhos

Arquitetura, longevidade e o afeto como tecnologia