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10 Lições que aprendi na faculdade de Arquitetura

Recebo algumas correspondências falando de como os leitores gostaram dessa ou de outra postagem aqui do blog. E sempre fico super feliz! É ...

2016/08/30

Diga lá meu coração...

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 O coração é símbolo de amor, de paixão e por isso ele é muito usado em nossas vidas. E obviamente em nossos espaços. Há muitas maneiras de representa-lo e pode estar em portas coloridas ou em formas prosaicas, convidando a quem tiver coragem que adentre em nossas vidas. Não apenas nossas vidas cotidianas, mas em nossas almas e na nossa intimidade.
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 "Diga lá meu coração...." Já dizia o poeta em sua música. Diga lá meu coração, dizemos nós a toda hora para que nossas emoções nos guiem em nossas escolhas de vida. Afinal, são elas que traçam nossos rumos. Mais que a razão, conselheira sábia. Mais que as necessidades, impositoras que são. Nossas emoções de tão fortes que são, acabam dando um jeitinho sorrateiro de se fazerem urgentes e tomarem a dianteira. Nem que se disfarcem de atitudes sensatas.    
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Diga lá, meu coraçãoQue ela está dentro em peito e bem guardadaE que é precisoMais que nuncaProsseguir,Prosseguir.

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Na arquitetura não é diferente. Grande arquitetos já falaram sobre a importância da emoção.
“Você utiliza pedra, madeira e concreto, e com esses materiais constrói casas e palácios. Isso é construção. A engenhosidade está em ação. Mas, repentinamente, você toca meu coração, me faz sentir bem. Estou feliz e digo: “Isso é bonito.” Isso é arquitetura. A arte entra em ação. Minha casa é prática. Agradeço-lhe, como poderia agradecer aos engenheiros e ferroviários ou ao serviço telefônico. Você não tocou meu coração. Mas suponhamos que as paredes se ergam em direção ao céu de tal maneira que fico emocionado. Eu percebo suas intenções. Seu estado de espírito foi gentil, brutal, encantador ou nobre. As pedras que ergueu me contam isso. Você atrai minha atenção ao local e meus olhos o observam. Eles contemplam algo que expressa um pensamento. Um pensamento que se revela sem madeira ou som, mas tão somente por meio de formas que guardam uma certa relação entre si. Essas formas apresentam uma natureza tal que são claramente reveladas à luz. As relações entre elas não se referem necessariamente àquilo que é prático ou descritivo. São uma criação matemática de nossa mente. São a linguagem da Arquitetura. Através do uso de materiais brutos, e partindo de condições mais ou menos utilitárias, você estabeleceu certas relações que suscitam as minhas emoções. Isso é Arquitetura.”Le Corbusier

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Por isso cá estamos nós, falando dos usos de um símbolo. Piegas as vezes. Tão forte em outras. Mas infinitamente poderoso. E reconhecível em quase todas as culturas (o quase é pelo meu desconhecimento de pesquisas que digam o que apenas intuo).
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Seja em formas delicadas e artesanais, seja feito com vegetação e pulse em vida de forma real, o coração é símbolo de paixão e resistência. É algo em nós que diz: Estamos vivos enquanto em nós bater um coração vibrante.  
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 Eu tão isósceles
Você ângulo
Hipóteses
Sobre o meu tesão
Teses sínteses
Antíteses
Vê bem onde pises
Pode ser meu coração
(Paulo Leminski )

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 Diga lá meu coração...me fale de ternura, me fale de tesão. Me fale de quem sou eu e o que desejo de bom. 
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 Me abrigue em suas formas diversas. Me sirva de assento e adorno. 
Heart Chair
 Mas, por favor, nunca deixe de representar nossas/minhas/suas verdades. 
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